A SELEÇÃO DO PASTOR ALEMÃO.
A seleção do Pastor Alemão exige registro no CBPA ou SBCPA, idade mínima de 18 meses, laudos de displasia coxofemoral e de cotovelos, e avaliação por juízes habilitados. São analisados estrutura, dentição, pelagem, temperamento, provas de tiro, proteção e defesa.
Todos os cães da raça pastor alemão possuem características únicas e essenciais para cumprir com suas funções, deste modo para garantir que cada individuo esteja dentro de todos os padrões lhe é imposta a prova de seleção, a qual se constitui em um procedimento de avaliação qualitativa de cada exemplar. É uma prova a qual o cão adulto deve ser aprovado, sendo a mesma utilizada para mostrar todos os seus atributos, desde sua aparência até seu temperamento e saúde.
O objetivo da seleção é avaliar os atributos de cada individuo em particular, observando se o mesmo se encontra totalmente dentro do padrão da raça, somente ganha o título de selecionado o cão que apresentar todos os atributos desejáveis. Essa avaliação considera estrutura, descendência genealógica, correspondência ao padrão da raça, capacidade para o trabalho, temperamento e caráter.
No Brasil para que um exemplar possa ser submetido a prova de seleção o mesmo devera ser regularmente registrado no CBPA ou SBCPA, ter a idade mínima de 18 meses e possuir os laudos de displasia coxofemoral e de cotovelos, laudo A. E apenas juízes habilitados poderão certificar a seleção.
Na prova são avaliados as medidas do cão (altura, profundidade de peito, perímetro torácico, e peso), dentição (verificação da mordedura, a qual deve ser correta, e existência de todos os dentes) e de testículos (presença dos dois), variedade pelagem (curta ou longa), avaliação estrutural (coloração, pigmentação, cabeça, conformação do trem anterior e do trem posterior com suas respectivas angulações, linhas superior e inferior, aprumos anteriores, posteriores e laterais, e demais atributos de interesse), avaliação do animal em movimento, avaliação do temperamento e caráter, verificação do comportamento do animal diante da prova de tiro (o animal não deve ter medo do som).
Sendo aprovado na avaliação anterior o Pastor Alemão deve cumprir e ser aprovado na prova de proteção e defesa (constituída pelo assalto de surpresa e pela perseguição, devendo o animal corresponder de forma convincente, ou seja, morder o figurante nas duas situações).
Também é necessário o cão possuir a aprovação na prova de BH, onde o cão deve obedecer a comandos básicos (“senta”, “deita”, “fica”, “junto” e “aqui”, comandos executados com e sem guia) e se comportar de forma correta diante a distrações (encontro com grupo de pessoas, bicicletas, patinadores, automóveis, cães e se portar ao ficar preso sozinho).
Outra etapa é a coleta do DNA de cada individuo e envio ao banco de dados.
Sendo assim, é concedida a Seleção aos animais que apresentem as todas as características do padrão da raça, e que cumpram as provas de tiro e de proteção e defesa. Para saber mais detalhes sobre os regulamentos das provas de Seleção ou BH acesse o endereço abaixo.
https://clubepastoralemao.com.br/regulamentos
https://sbcpa.com.br/regulamentos
Perguntas frequentes
O que você pode querer saber
Quais são os requisitos para um Pastor Alemão ser submetido à prova de seleção?
O cão deve estar registrado no CBPA ou SBCPA, ter idade mínima de 18 meses e possuir laudos de displasia coxofemoral e de cotovelos (laudo A). Apenas juízes habilitados podem certificar a seleção.
O que é avaliado na prova de BH para o Pastor Alemão?
Na prova de BH o cão deve obedecer a comandos básicos como senta, deita, fica, junto e aqui, com e sem guia, e manter comportamento adequado diante de distrações como grupos de pessoas, bicicletas, patinadores, automóveis e outros cães.
Quem pode certificar a seleção do Pastor Alemão?
A certificação da seleção é feita exclusivamente por juízes habilitados, reconhecidos pelas entidades responsáveis pelas provas de seleção.
Como é feita a avaliação de proteção e defesa na seleção?
A prova de proteção e defesa inclui o assalto de surpresa e a perseguição, onde o cão deve morder o figurante de forma convincente nas duas situações, demonstrando eficácia nas tarefas de proteção.